Casa da Piscina

Tipo: Construção de pequena habitação de apoio a uma piscina
Cliente: Privado
Localização: Vagos, Portugal
Estado: Em construção
Autor do Projeto: Maria Fradinho
Equipa: Ana Rita Luís, Ana Rita Gomes
Data de Projeto: 2016-2017
Data de Construção: 2018-2019
Área do Terreno: 740 m2

Área de Implantação: 155 m2
Área Bruta de Construção: 155 m2

Este edifício servirá de apoio a uma vivenda unifamiliar que carece de espaços destinados ao convívio. Desta forma, destaca-se uma parcela do terreno, destinando-o à construção da Casa da Piscina, um lugar descontraído e distante da “casa mãe”.
Dos 740 m2 de terreno destacados para o efeito, decide-se construir cerca 160 m2, deixando a restante área destinada a zonas verdes e à piscina, que motiva a construção deste edifício, resultando toda esta extensão de terreno para proporcionar e receber as desejadas atividades ao ar-livre.
Dado o propósito de obter um espaço para eventos esporádicos, que impliquem receber um grande número de convidados, propõe-se a edificação de um volume simples, regular, com um só piso, com um espaço interior livre, em open space, em cerca de metade da sua área, estabelecido para a sala de jantar e estar, com cozinha. A outra metade do edifício reserva-se para os restantes usos mais específicos, nomeadamente, um quarto de apoio, uma instalação sanitária e um ginásio.

A unificar todo o volume, formalizando um todo, apesar da distinção interior, existe uma cobertura que se estende para o exterior. Este alpendre irá proteger o uso do exterior das intempéries, mas, também, garantir o devido ensombramento do interior em tempos de sol, já que a fachada se orienta a sul. Neste alpendre surge, ainda, a possibilidade de churrasco com mesas de refeição, para aproveitar ao máximo a ótima exposição solar.
A fachada, maioritariamente em vidro, permite gozar das vistas para o jardim e piscina, nunca fazendo esquecer o propósito daquele espaço.
Este volume, cujo aspeto se integrará com a peça arquitetónica já existente sem, com isso, perder a sua identidade de peça autónoma e com linguagem própria, pretende ser discreta e simples na sua formalização, contudo coesa e objetiva na resolução da problemática levantada, ao mesmo tempo desenha-se delicadamente, para deixar a harmonia fluir nos dias de ócio.